Rio 2016 é tri
Provas |  14 de maio de 2015
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Dentre os dias 5 a 21 de agosto de 2016 o Brasil vai receber os jogos Olímpicos, no Rio de Janeiro. Serão em torno de 10.500 atletas de 205 países que estarão disputando medalhas em 42 esportes, em um total de 305 provas com medalha. Dessas, 136 modalidades femininas, 9 mistas e 161 masculinas. Como novidade, o Rio 2016, trará prova de Golfe e Rugby, que voltam aos jogos após 112 e 92 anos, respectivamente.

Os jogos acontecerão em quatro regiões da cidade (Deodoro, Maracanã, Copacabana e Barra), totalizando em 33 locais de competições. Os 7,8 milhões de ingressos já estão a venda no site, sendo que cerca da 3,8 milhões custarão R$70,00.

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Estive lendo algumas reportagens sobre Rio 2016 e um desafio para alguns atletas será o chamado “fuso horário olímpico”, pois estarão vivendo horas à frente do horário oficial de Brasília. Como assim? Isso porque uma série de provas ou partidas foram marcadas para o final da noite, tendo uma previsão de encerramento de madrugada. Essa mudança de horários se deve a compra dos direitos de algumas provas, como as de vôlei, que terão início as 11 horas da noite, que serão transmitidas pela americana NBC.

Esse horário em que as provas foram marcadas, é o horário em que a performance dos atletas começa a cair. O nosso corpo faz uma espécie de preparação para dormir, diminuindo a temperatura central, atingindo diretamente a performance do atleta – que é mais alta quanto maior a temperatura central do corpo. Para garantir um melhor rendimento dos atletas de natação, vôlei e atletismo, um programa de adaptação idêntico ao feito em viagens internacionais será proposto. A ideia é que o corpo dos atletas esteja duas ou três horas à frente do horário real do Rio durante os Jogos. Assim, quando uma prova começar às 23h, o atleta sentirá como se estivesse competindo às 20h.

Outro ponto interessante que achei nas reportagens que li, foi sobre os exames de Doping. O Brasil já possui um laboratório de controle de doping para as Olimpíadas credenciado pela Wada (Agência Mundial Antidopagem), o LBCD (Laboratório Brasileiro de Controle de Dopagem). Esse laboratório foi reacreditado pelo Wada nessa quarta-feira. O ministério estima que em junho o LBCD esteja trabalhando a todo vapor. E os primeiros atletas a terem suas amostras de urina e de sangue examinadas no laboratório devem ser os da elite do desporto olímpico nacional. Estima-se que, se tudo der certo, os exames devem continuar sendo realizados após os Jogos do próximo ano.

 

E o triathlon (triatlo) como fica? 

A modalidade estreou nas Olimpíadas há praticamente 15 anos, no ano de 2000. Aproximadamente 50 melhores atletas caíam nas águas de Farm Cove, iniciando a participação da modalidade Triathlon nas Olimpíadas de Sydney.

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Os nossos atletas de triathlon estão lutando muito para garantirem suas vagas. O número previsto de atletas no triathlon é de 110 (55 homens e 55 mulheres), sendo no máximo três triatletas no masculino e três no feminino por país. Sendo que somente os oito primeiros países o ranking poderão ter três atletas, os seguintes ficarão restritos a dois triatletas – vamos torcer para que nossos representantes consigam esse feito.

O período para obtenção de pontos para o ranking olímpico começou no dia 16 de maio de 2014 e termina no dia 15 de maio de 2016, sendo que os critérios para obtenção das vagas são iguais para modalidade masculina e feminina. Todos os triatletas elegíveis a participarem dos Jogos Olímpicos Rio 2016 deverão cumprir pelos menos um dos requisitos, como ter conquistado uma vaga nos Eventos de Qualificação Olímpica Continentais ou Mundial, estar entre os melhores 140 atletas na Lista de Qualificação Olímpica da ITU (União Internacional de Triathlon) ou na Lista de Pontos da ITU ou no Ranking Mundial 2015 da ITU.

A lista de classificação pode ser acompanhada no site da ITU (União Internacional de Triathlon), onde mostra Pamella Oliveira em 14º colocada, seguida da outra brasileira Bia Neres, 87ª colocada. No ranking ainda estão as atletas Luisa Baptista, Fabiola Gomes e Carol Furriela. Dentre os homens, estão na disputa Diogo Sclebin, Reinaldo Colucci, Danilo Pimentel, Mauro Cavanha Conceição, Eduardo Antônio Lass, Bruno Matheus, Wesley Matos e Marcus Vinicius Fernandes. Abaixo uma cópia do ranking que acessei no site.

Um novidade para o triathlon é a sua inclusão nos jogos Paralímpicos, o paratriatlo. As competições do paratriatlo são compostas por um percurso de 750 metros de natação, 20 quilômetros de ciclismo e cinco quilômetros de corrida, distância conhecida como Sprint Triatlo.O atleta deve ter um padrão mínimo de deficiência para ser elegível em uma das classes da modalidade, onde classificados em diferentes categorias, entre TRI 1 ao TRI 6. Durante o Rio 2016, a prova de paratriatlo será realizada no Forte de Copacabana.

Aos nossos guerreiros brasileiros, toda a sorte nessa classificação, esperamos contar com os 3 atletas em cada modalidade – feminina e masculina.

 

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