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Provas |  13 de julho de 2015
meia de pinhais

Final de semana com competição é sempre uma delicia… e Nesse não foi diferente!

 

Sábado, dia 11 de julho, foi dia da Meia Maratona de Pinhais. Não sei se já estava desacostumada a competir (veja só, desde maio sem participar de provas mais longas), mas ao fazer a mala me senti indo para a minha primeira competição. Levei a sério o “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço” após relembrar do meu post sobre Planejar a Corrida. Fui super eu, esqueci minha camiseta da TSK em casa, meu armband, parte da suplementação, shorts, entre outras coisas.
Esperava uma prova com tanta chuva quanto Cascavel e frio, ainda mais por ser a noite! Mas São Pedro deu uma folga e colaborou com a gente. Estava 18°C e sem chuva, clima perfeito para corrida. A prova largou do Autódromo Internacional de Curitiba, que fica localizado em Pinhas, e de lá percorremos várias ruas.

Retirei meu kit no local mesmo, com camiseta, mochila, bandana e número+chip… A camiseta de manga comprida, boa para o inverno e o preço da inscrição fez valer, era apenas R$20,00.

 

pati4-1

 

O percurso foi bem montado, apesar de não ter gravado bem os pontos que passei – não sou boa nisso e estava bem escuro – a elevação no fim da prova foi mínima, em torno de 26m, novidade para quem é acostumado a correr em Guarapuava que não existe percurso sem subida. Como podem ver na foto abaixo com o percurso e altimetria da prova.

 

percurso

 

Os pontos de hidratação foram bem distribuídos, e nos últimos quilômetros (por volta do 18km) havia isotônico – o que é engraçado de me ver tomando, por ser em copos, eu mais derrubo na roupa do que tomo hahaha. Mas naquele último gás, qualquer ajuda era bem vinda. As ruas e esquinas estavam bem sinalizadas, pessoal colaborando para nossa passagem, havia polícia em vários pontos, o que garantiu e passou uma maior segurança a todos corredores.

Larguei muito bem, estava certa que seria minha melhor prova da história, pois estava no 10º quilômetro e meu pace estava o melhor até hoje para meias maratonas (variando de 5:04 a 5:15min/km). E assim mantive até o 14km, quando havia tomado meu gel e estava entrando último terço da prova… Mas a partir daí o bicho pegou. Eu não sentia o corpo cansado, exausto, o que é um ponto positivo para minha suplementação e alimentação que mudou bastante nos últimos dias – graças a Vico Farma, Light Food e acompanhamento nutri. Mas o psicológico começou a pesar. Lutei para não parar, não caminhar, pessoas passavam e diziam “força que está chegando pessoal”, e eu via meu pace desmoronar.

Acho que foi a ideia de correr no escuro, não tenho medo, mas faço 90% dos meus longões durante o dia, foi preciso muita persistência nos últimos 3km dentro do Autódromo, a parte da prova mais escura. Eu não tinha ideia visual do quanto faltava, apenas o relógio. Além disso, confesso que alguns treinos da planilha de polimento eu falhei por falta de tempo, lembrei de cada um deles no final. Não estou reclamando, nem querendo justificar… Foi falha minha, ou simplesmente não era O dia de fazer meu melhor tempo.

pati2-1

Pensei então em várias formas de motivação, como a linha de chegada, meu chocolate favorito, minha família me esperando na chegada, a pizza que havia pedido para comer depois, vozes de motivação, tudo… apertei o passo e tentei não parar de correr, mas perdi uns 5min nessa minha desmotivação momentânea.

 

meia pinhais

 

Por fim, um bom resultado na minha categoria, tempo acima do esperado (1:54), mas feliz em ter cumprido mais essa prova e por essa nova experiência. Isso vai nos fortalecendo e dando base para as próximas competições que estão por vir…

Agora é voltar ao normal, focar na próxima prova e ir me despedindo aos poucos do clima Brasil. Soma mais 21km aí na conta! :D

 

 

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  1. Gabi disse:

    Pati, tem uma frase que sempre lembro: “Dificuldades preparam pessoas comuns para destinos extraordinários”. C.S Lewis
    Parabéns pela garra e determinação!